O Projeto Aruanã surgiu em 2010, com atuação restrita na Praia de Itaipu (Niterói), através de um grupo de estudantes que cursavam Ciências Biológicas na Universidade Federal Fluminense. Em 2012 foi quando a iniciativa foi batizada pelo nome “Aruanã” um outro nome comum dado à tartaruga-verde no Brasil. A partir desse ano, ampliamos nossas áreas de atuação para toda a região da Baía de Guanabara e municípios do entorno e começamos a dar ênfase na parte de sensibilização e educação ambiental, no sentido de atingir e conscientizar o público sobre os problemas ambientais que enfrentamos. Desde sua criação, o Projeto Aruanã conta com a parceria de pescadores artesanais da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu, Unidade de Conservação instituída em 2013, da qual o projeto participa ativamente desde sua implantação. Em 2020, o Projeto Aruanã passou a ser executado pelo Instituto de Pesquisas Ambientais Littoralis. A partir de 2022, passou a contar com o patrocínio da Petrobras e, desde 2024, também com a parceria do Aquário Marinho do Rio de Janeiro.
Atualmente, o Projeto Aruanã atua por meio de pesquisa científica, fortalecimento de políticas públicas e ações de educação ambiental. Na pesquisa, realiza o monitoramento populacional de tartarugas marinhas por meio de captura, marcação e recaptura, tendo marcado mais de 500 indivíduos desde 2010; também desenvolve o acompanhamento em áreas de cultivo de algas e a coleta de dados via Ciência Cidadã, com mais de 600 registros recebidos desde 2022, contribuindo para o entendimento do uso do habitat e para o desenvolvimento de estratégias de conservação. No campo socioambiental, desenvolve ações junto às comunidades pesqueiras, com capacitação, apoio à infraestrutura, geração de emprego e renda e suporte à gestão da Unidades de Conservação, especialmente da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu. Já no campo da educação ambiental, o projeto sensibilizou diretamente mais de 27 mil pessoas entre 2022 e 2025, por meio de exposições itinerantes, atividades em espaços formais e não formais e do Centro de Visitação da Praia de Itaipu, ampliando continuamente seu alcance.
para a pesquisa e conservação de tartarugas marinhas na Baía de Guanabara e áreas adjacentes.
a sociedade de forma participativa na conservação de tartarugas marinhas e do ambiente marinho em geral.
a disseminação de informações sobre conservação marinha, de tartarugas marinhas e dos saberes tradicionais de comunidades ligadas ao mar.
O Projeto Aruanã trabalha com pesquisa e conservação direcionadas às tartarugas marinhas e ao ambiente marinho, estimulando a participação da sociedade nas ações desenvolvidas. É realizado pelo Instituto de Pesquisas Ambientais Littoralis e conta com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e com a Parceria do Aquário Marinho do Rio de Janeiro.
Ao enviar o seu registro em nossa plataforma, você ajuda a entender mais sobra as espécies de tartarugas marinhas e ajuda na conservação marinha
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